Atualidades do Mercado Financeiro
Os bancos digitais preenchem grande parte das necessidades de facilidade, comodidade e rapidez nos serviços bancários através da redução de burocracia, fim das filas e idas em agências físicas dos bancos tradicionais. Com essas instituições já é possível abrir contas, realizar aplicações, obter financiamentos por aplicativos de forma rápida e segura.
A Era Digital afetou o nosso modo de viver e de interagir, moldando a nossa cultura e a sociedade como um todo. Dados se tornaram matéria-prima para os negócios.
Desse modo, o consumidor digital desempenha um papel central na Era da Informação, obtendo o poder em suas próprias mãos.
Com as inovações recentes em tecnologia, os bancos “tradicionais” passaram a oferecer serviços e facilidades aos seus clientes. Seja através de internet banking ou mobile banking.
Só pra se ter uma idéaia, em 2018, as transações com movimentação financeira feitas via POS (máquinas de cartão de crédito ou débito) superaram as realizadas pelos canais tradicionais (agências, correspondentes, ATM’s e contact center). Foram 12,6% do total das transações contra 11,6%, demonstrando a predominância dos pagamentos eletrônicos frente aos pagamentos em espécie (FEBRABAN, 2019).
Muitas pessoas perderam o costume de carregar dinheiro consigo, enquanto outras, que não o tem, muitas vezes, fazem uso de crédito na forma de cartão ou cheque especial em suas operaçõe.
Além disso, em 2019 foram fechadas 834 agências físicas (DIEESE, 2020) corroborando com a tendência de queda deste canal nos últimos anos e reforçando a estratégia de direcionar os clientes, seja para os serviços terceirizados ou para o atendimento digital.
Como consequência, agências digitais se ampliaram. Nesses ambientes, as interações via chat, troca de mensagens por texto em aplicativos de comunicação instantânea, operadas por profissionais que realizam o atendimento de clientes remotamente, obtiveram um crescimento de 364% em 2018, chegando ao volume de 138,3 milhões (FEBRABAN, 2019b).
Canais Tradicionais:
- agências bancárias com ponto fixo e de livre acesso dos clientes e usuários;
- máquinas de autoatendimento (ATM - Automated Teller Machine);
- centrais de atendimento telefônico (contact centers); e
- correspondentes bancários (empresas terceirizadas, vinculadas ao comércio que por meio de convênio, prestam serviços bancários).
Canais Digitais:
- smartphones ou tablets, nominados de mobile banking;
- computador pessoal, nominado de internet banking;
- POS (Points of Sale) estão distribuídos nos mais diversos negócios e são popularmente chamados de “maquininha” de débito e crédito.
Internet Banking
É a plataforma bancária que utiliza a tecnologia como sua aliada. É o ambiente que fica na internet em que os clientes realizam operações bancárias, em ambiente fora da agência. No site do banco, os clientes podem realizar operações de extratos, saldos, pagamentos, empréstimos, etc.; permitindo que as movimentações sejam realizadas com mais conforto e comodidade, pois não há necessidade de se deslocar até uma agência.
Mobile Banking
É a tecnologia do banco voltada para a tela do celular ou outros dispositivos móveis, 365 dias por ano, permitindo a realização de diversas transações financeiras através de aplicativos que são baixados em smartphones, relógios inteligentes, etc. Possibilita aos clientes rapidez e comodidade, devido acesso em qualquer localidade e sem a necessidade de idas as agências físicas; o que também reduz custos das instituições financeiras.
Open Banking
É um conjunto de práticas que torna o cliente detentor de seus dados financeiros, como por exemplo, datas e valores de transferências, pagamentos, ou produtos que selecionou para investimentos. O que proporciona inovação e concorrência entre os serviços financeiros.
É considerado uma tecnologia disruptiva ou inovação disruptiva. Tecnologia disruptiva ou inovação disruptiva é um termo que descreve a inovação tecnológica, produto, ou serviço, com características "disruptivas", que provocam uma ruptura com os padrões, modelos ou tecnologias já estabelecidos no mercado.
Em abril de 2019, o Banco Central do Brasil, iniciou a implementação do Open Banking no Brasil. Essas novas ações possibilitam que o consumidor tenha o poder de escolha de transferir seus dados do banco A para o banco B; pois acredita, por exemplo, que no segundo banco terá melhor condições de taxas de juros, tarifas ou até mesmo, melhor atendimento. Assim, o usuário tem a propriedade de seus dados e escolhe com quem compartilhá-los.
Vantagens:
- Instituições passam a ter maior capacidade de análise;
- Possibilidade de parcerias com diferentes empresas, como as fintechs;
- Novos modelos de negócios;
- Aprimoramento do relacionamento com investidores;
- Desenvolvimento de produtos de forma mais ágil e adequados às demandas dos clientes.
Tecnologias emergentes no setor financeiro e suas aplicações
Big Data e Analytics - os dados captados pelas instituições são tratados para direcionar o atendimento, proporcionando maior segmentação.
Inteligência Artificial e Computação Cognitiva - dentre as aplicações mais conhecidas se destaca aquelas viabilizadas pelos chatbots (robôs de conversão em linguagem natural com clientes que podem ser por meio de texto ou voz), análise de proposta de empréstimos, dentre outras.
Blockchain - esta tecnologia permite maior agilidade em transações que exigem segurança e transparência. Devido a possibilidade de inalterabilidade e restreabilidade do que se denomina "livro digital" ou "cadeia de blocos" é possível enviar uma ordem de pagamento e ter a mesma validada em duas horas, sendo que antes poderia levar dois dias.
Robótica - o uso de softwares que realizam a automação robótica de processos em escritórios tem ainda espaço para crescer. Os robôs podem atuar associados às tecnologias de inteligência artificial.
Open Banking - é uma plataforma aberta que permite interconexão de bancos, fintechs, big techs e empresas de diversos ramos ou lojas, disponibilizando a exploração de dados e informações dos clientes consumidores.
Como podemos observar, os bancos “tradicionais” já utilizam a tecnologia para oferecer serviços e facilidades aos seus clientes. Seja através de internet banking ou mobile banking. No entanto, precisam estar em constante inovação tecnologica para não serem substituídos pelos bancos digitais.
O maior desafio de um banco digital no Brasil é transformar uma cultura de muitos anos de contatos diretos com atendentes, gerentes e pagamentos via operadores de caixa em agências físicas para o atendimento virtual. Pois ainda existe a desconfiança de muitos clientes, principalmente aqueles com idades mais elevadas; inclusive a dificuldade e insegurança para o acesso.
Para conquistarem mais clientes, os bancos digitais inovam cada vez mais em tecnologia e resolução de problemas de forma mais simples e rápida, trazendo um conceito de valor e utilidade para seus usuários.
Novos Modelos de Negócio
ASSINATURA
O principal objetivo é obter ganhos recorrentes. Propõe-se ao cliente um módulo de plano no qual ele se compromete a pagar mensalidades, ou no pagamento de uma única parcela. Exemplos: Netflix, Amazon e Globoplay.
MARKETPLACE
Venda de produtos online (e-commerce). É um modelo de negócio pelo qual uma empresa de reputação cede espaço para outros comerciantes venderem seus produtos em seu site. É como se uma grande loja alugasse espaços dentro de seu salão, e em contrapartida, os locatários seguem um padrão de atendimento e repassar um percentual do que é vendido. A principal vantagem para o pequeno comerciante é alcançar uma enorme quantidade de consumidores. A desvantagem é conseguir propagar a sua própria marca. Exemplos: Mercado Livre e Lojas Americanas.
FRANQUIA
Consiste na relação de franqueador e franqueado, sendo que o primeiro cede o direito do uso de sua marca, como também toda orientação para implantação da empresa. O franqueado se compromete a pagar um valor fixo, que será estipulado no contrato. Contudo, não deve caracterizar vínculo empregatício.
ECONOMIA COLABORATIVA
Caracterizada pelo compartilhamento de objetos e serviços. Ceder um espaço na casa, ou um dos assentos do carro, são algumas das formas de como funciona a economia de rede (outra denominação). Exemplos: Airbnb, Uber e Coworking.
MODELO CENTRALIZADO
Até a década de 90, a fórmula do sucesso das empresas eram os modelos centralizados. As empresas com esse modelo eram sinônimo de prosperidade. As empresas centralizadas são caracterizadas pelos grandes conglomerados. Neles, o poder é absolutamente centralizado, todo o direcionamento estratégico e tático é determinado pelos poucos membros da direção. Travados pelas diretrizes, pelo orçamento, pela alocação de recursos e pela cultura, tudo acontece conforme o plano definido pelo topo da pirâmide.
MODELO DISTRIBUIDO
Com o início da digitalização do mundo nos anos 2000, as empresas perceberam a necessidade de ter maior agilidade no processo de decisão e maior velocidade de resposta e adaptação. Diversas empresas começaram a distribuir seus negócios em unidades menores, com maior autonomia e de certa forma independentes. Formados por empresas independentes, atuando em posicionamentos diferentes e com alguma coordenação estratégica central, mas com baixíssima sinergia entre elas.
MODELO COMPARTILHADO
Um bom exemplo desse modelo é o Google. Formado por empresas independentes e especializadas e com alta sinergia, o negócio do Google de Busca conversa e interage com o seu negócio de Mapas, que interage com seu negócio de Vídeo, etc.
MODELO FREEMIUM
Freemium é um modelo de negócio baseado na criação e disponibilização de um produto ou serviço gratuito, porém, conforme o usuário avança em sua jornada de consumo ou o objeto da relação não supre mais a demanda adequadamente, a empresa disponibiliza uma opção paga que conta com funcionalidades extras ou recursos mais avançados. O principal objetivo foi mostrar, aos poucos, os benefícios de contar com a opção paga para conquistar os clientes em longo prazo, ou seja, qualquer pessoa que se interessasse poderia usar o produto ou serviço sem gastar um único centavo, entretanto, apenas quem assinasse algum plano pago teria acesso completo aos recursos mais avançados do objeto da relação. Ex: Spotify e Dropbox.
MODELO ON DEMAND
Esse modelo de negócio é muito comum de ser adotado entre software houses, que se dedica a desenvolver soluções de acordo com a demanda dos clientes. É um produto personalizado. O objetivo é permitir que os compradores montem o seu próprio produto ou pacote de serviços, cabendo à empresa achar a solução adequada para o problema com um preço justo. Exemplo de empresas que cresceram exponencialmente com esse modelo são a Oracle e a SAP
MODELO DE ECOSSISTEMA
Os ecossistemas são formados por diversas empresas absolutamente independentes e especializadas nas suas atividades. Dispõem de fortes lideranças, com ampla autonomia para liderar seus negócios. A fortaleza do modelo vem através de um agente central coordenando estrategicamente esse ecossistema e da forte interconexão e sinergia dessas empresas. Na verdade, o principal diferencial competitivo delas é exatamente a união e combinação de competências. Isso gera um alto poder de inovação e disrupção nos setores em que atuam. São organizações sem fronteiras, que buscam ativamente atuar em diversos segmentos da economia para combinar competências nunca antes combinadas, gerando assim a inovação.
Fintechs, Startups e Big Techs
Fintechs são organizações em formato de startups – empresas emergentes que tem como objetivo principal desenvolver ou aprimorar um modelo de negócio: escalável, disruptivo e repetível - no mercado financeiro. As fintechs, na medida em que inovam os serviços financeiros, promovem um abalo no domínio das grandes corporações financeiras, que são obrigadas a reagir com novas soluções de serviços, ou, também, adquirir as fintechs concorrentes ou buscar parcerias com elas.
Big Techs são grandes empresas de tecnologia que dominam o mercado, moldam como as pessoas compra, vendem, consomem e trabalham. Tem como motor a inovação, sempre definindo novas tecnologias e serviços. As Bigtechs como Facebook, Amazon, Google, entre outras, dominam grande conjunto de informações e dados dos clientes no mundo contemporâneo. Por exemplo, o WhatsApp, do Facebook, abarca sob seu domínio 120 milhões de usuários no País.
Sistema de Bancos-Sombra (Shadow Banking)
Sistema bancário paralelo ou Bancos-sombra (Shadow banking) é um sistema financeiro informal, não regulamentado que fornece uma importante fonte de crédito para aqueles que não têm acesso ao financiamento regular, ou que não se qualificam para empréstimos em bancos regulares.
Bancos-sombra são definidos como intermediários financeiros que realizam funções de banco "sem acesso à liquidez do banco central ou garantias de crédito do setor público." Este mercado também prospera no ambiente financeiro de baixas taxas de juros nos grandes países industrializados, que leva os investidores a buscar rendimentos mais elevados.
O setor bancário paralelo desempenha um papel crítico ao atender crescente demanda por crédito no mercado global. Porém, embora muitos argumentam que a atuação desse sistema bancário paralelo pode aumentar a eficiência econômica, sua operação gera preocupações quanto ao risco sistêmico de sistema financeiro. Muitos acreditam, por exemplo, que o shadow banking foi o principal responsável pela crise de 2008 – a maior recessão econômica desde a Grande Depressão dos anos 1930.
Isso se deve porque, na véspera da crise de 2008, o sistema financeiro paralelo nos Estados Unidos tinha crescido aproximadamente o mesmo tamanho do sistema bancário tradicional do país. Por isso, quando os junk bonds imobiliários criados pelo shadow banking começaram a derreter, os investidores correram para tentar resgatar seu capital.
Mas como todas essas operações estavam completamente alavancadas (ou seja, sem nenhum lastro ou garantia real), não haviam fundos para honrar nenhum compromisso. Logo, esse problema se alastrou por todo o mercado financeiro, desencadeando todo o restante da crise e afetando profundamente a economia mundial.
Após a crise de 2008, as autoridades do mundo inteiro se empenharam para aprovar uma série de medidas que regulasse e limitasse a operação do shadow banking. Porém, apesar das reformas, principalmente aquelas aprovadas pelo Congresso americano, essas instituições ainda não estão sujeitas aos mesmos regulamentos que os bancos depositários tradicionais.
Isso significa que o shadow banking ainda permanece ativo e altamente alavancado, com uma alta proporção de dívida em relação aos seus ativos de garantia. Por isso, muitos acreditam que o esse sistema ainda pode estar expondo os mercados financeiros de todo mundo a um risco sistêmico excessivo.
Funções da Moeda
A moeda é um objeto que desempenha três funções:
Meio de Troca
É consequência natural da evolução econômica e social a passagem das trocas diretas para as indiretas. Escolhe-se uma mercadoria de aceitação geral que passa a ser utilizada para liquidar as transações realizadas. Essa mercadoria transforma-se em moeda, isto é, no ativo que pode ser usado nas transações econômicas. A introdução de um intermediário nas trocas permite sua dissociação em duas operações: uma venda, em que se entrega a mercadoria contra o recebimento da moeda, e uma compra, em que se entrega moeda para o recebimento de uma mercadoria. Com isso, elimina-se a necessidade da dupla coincidência de desejos da troca direta.
Unidade de conta
A moeda desempenha a função de denominador comum de valor ou unidade de conta, isso é, fornece o padrão para que as demais mercadorias expressem seus valores. Ela desempenha a função de ser a expressão geral do valor, isto é, fornece o “referencial” para que as demais mercadorias cotem seus valores.
Reserva de Valor
Essa terceira função é uma necessidade decorrente de sua primeira função – meio de troca. A separação entre os atos de compra e de venda em termos individuais permite a separação temporal, isto é, o indivíduo ao vender não precisa comprar imediatamente outra mercadoria. Para que o indivíduo possa escolher o momento de realizar (utilizar) o poder de compra adquirido ao vender sua mercadoria, este deve manter seu valor ao longo do tempo, isto é, a moeda deve, ao menos durante certo intervalo de tempo, ser reserva de valor. Como a moeda é reserva de valor e unidade de contam, abrimos, inclusive, a possibilidade de que as transações não sejam liquidadas imediatamente contra a entrega da moeda; a mercadoria pode circular com uma promessa futura de pagamento. Esta possibilidade de diferir o pagamento, a liquidação no tempo, é a origem do sistema de crédito.
Segmentação e Interações Digitais
Segmentação é um termo genérico para designar a divisão de algo em partes separadas ou segmentos. A segmentação é usualmente utilizada para:
- Conhecer melhor cada grupo de consumidor;
- Aumentar a eficácia das ações de atração, conversão e fidelização de clientes;
- Identificar necessidades específicas de cada grupo;
- Desenvolver abordagem de vendas mais acertada e que contorne as objeções comuns a cada grupo de consumidores;
Quais são os tipos de segmentação?
Marketing one-to-one
O marketing cara a cara é aquele voltado para as preferências e os interesses dos consumidores. O objetivo é criar uma campanha personalizada, que atenda a um grupo específico de pessoas.
Marketing concentrado ou de nichos
A diferença é que o foco é uma fatia de um grupo. Em outras palavras, você tem uma persona e direciona suas estratégias para ela, de acordo com seus interesses e dores. Alguns fatores mostram por que vale a pena pensar no marketing concentrado:
- o nicho aumenta suas chances de relevância, porque os concorrentes não têm interesse nele;
- as estratégias são mais bem direcionadas para uma persona, em vez de diferentes grupos. Isso porque os grupos têm características diversas;
- a marca faz uma divulgação melhor da campanha, assim como um bom planejamento e uma boa distribuição, a partir das informações sobre as personas;
- as ações são mais baratas e oferecem melhor retorno do investimento, pois são direcionadas;
- os clientes se sentem mais satisfeitos e têm mais potencial de fidelização;
- as parcerias estratégicas são mais precisas e fáceis de serem negociadas.
Marketing de massa
Essa estratégia era mais usada antigamente, quando as empresas queriam alcançar todo mundo — literalmente, qualquer pessoa. A ideia era “atirar para todos os lados”, sem fazer uma segmentação apropriada. Marketing segmentado
Os clientes, aqui, são vistos a partir de grupos diversos. Os subconjuntos avaliam aspectos únicos, que vão além de questões geográficas e demográficas, por exemplo. O que consideram? Comportamentos, necessidades e motivações. Assim, em vez de enviar um e-mail marketing único para uma base de 5 mil pessoas, você divide esses indivíduos em grupos e cria diversas mensagens, com o objetivo de aumentar a conversão.
Segmentação socioeconômica
É um modelo em que você identifica dados complementares à segmentação demográfica e melhora sua capacidade de compreensão sobre o público que pretende atingir. São levantados dados como:
- escolaridade;
- profissão;
- renda;
- classe social;
- posse de bens;
- entre outros.
- homogeneidade dos grupos;
- mensurabilidade dos dados estatísticos do segmento;
- acessibilidade, para otimizar as melhores estratégias;
- substancialidade, para ter uma dimensão que permita explorar ações e alcançar ganhos;
- Gênero;
- Receita mensal;
- Grupo de idade;
- Estilo de vida.
Segmentação geográfica
Busca compreender as características da população de determinada localidade. Apesar de a localização de moradia do consumidor figurar na segmentação demográfica, também podemos fazer apenas a geográfica.
Segmentação psicográfica
Aprofunda o conhecimento sobre o consumidor e busca identificar características mais subjetivas, como personalidade, estilo de vida e classe social.
Segmentação comportamental
É uma das maiores aliadas no marketing digital. Isso porque, atualmente, temos diversas ferramentas que permitem monitorar e analisar o comportamento dos internautas. Esse tipo de segmentação serve para que você ofereça produtos, serviços e também uma comunicação personalizada, alinhada às atitudes tomadas pelo consumidor. Assim, se um e-commerce sabe que um consumidor busca um tênis para corrida, é possível utilizar essa informação para realizar promoções direcionadas, enviar e-mail marketing personalizado e até investir em ações pontuais para converter a venda.
Quais são as macros segmentações?
Mobile
O propósito é trabalhar o site, o blog e as landing pages de forma responsiva. Nesse caso, a divisão é feita pelas pessoas que acessam as páginas pelo celular. Assim, você oferece o conteúdo no formato mais adequado.
Quiz
A ideia é dividir as pessoas que gostam de conteúdos interativos e/ou lúdicos. Incentiva a competitividade, o humor e outras características desse público.
Áudio
O foco são as pessoas que gostam de texto, mas têm pouco tempo para ler. Para alcançar esse público, basta oferecer uma plataforma de áudio aliada ao conteúdo.
Quais pontos considerar ao fazer a segmentação?
O quê é o Remarketing?
Refere-se à segmentação comportamental baseada no comportamento de navegação dos usuários que visitaram seu site anteriormente, ou seja, essa segmentação permite atingir a pessoa certa, na hora certa e com a mensagem certa, de forma eficiente e em larga escala. Para isso, basta que os usuários sejam marcados com um "cookie", arquivo criado por um site quando o internauta o visita e, assim, controlar o histórico de visualização do consumidor. Com isso, o anunciante vai manter o registro, permitindo apresentar um banner para este consumidor quando ele acessar os sites que contenham uma mídia comprada por esta empresa.
Arranjos de Pagamentos
Arranjos de pagamentos são um conjunto de procedimentos e regras que determina como uma transação de pagamento eletrônico ou transferência deve acontecer, seja em moeda nacional ou estrangeira.
Essas regras são determinadas pelas empresas responsáveis por esses arranjos que, por sua vez, são definidas pelo Banco Central por meio de seus normativos e nomeadas como Instituidores de Arranjo de Pagamento.
Objetivo: conectar todas as partes envolvidas no processo de pagamento (emissor do instrumento de pagamento, credenciadora, subcredenciadora, estabelecimento comercial e cliente) e tornar as ações mais viáveis, práticas e acessíveis para o público.
Arranjos de pagamentos fechado: nem todo arranjo de pagamento está sujeito à regulação do Banco Central, como é o caso dos cartões Private Label, que são emitidos por grandes varejistas e só podem ser utilizados nos estabelecimentos comerciais emitentes ou nos seus parceiros conveniados. Também não são sujeitos à supervisão do BC os arranjos para pagamento de serviços públicos (como provisão de água, energia elétrica e gás) ou carregamento de cartões pré-pagos de bilhete de transporte, cartões de vale-refeição e vale-alimentação.
Arranjos de pagamentos abertos: são aqueles sob a supervisão do Banco Central, e um exemplo é quando um cartão de crédito é emitido por um banco e ele pode ser amplamente utilizado em qualquer estabelecimento, desde que a sua bandeira não apresente restrições. E para uma instituição ser considerada integrante de um arranjo de pagamento, deve ter as suas atividades previamente definidas pelo regulamento do arranjo do qual farão parte
Sistema de Pagmentos Instantâneos (PIX)
O nome “Pix” não é nenhuma sigla, mas um termo, escolhido pelo Banco Central, que remete a conceitos como tecnologia, transação e pixel. O Pix é um novo meio de pagamento instantâneo criado pelo Banco Central, que se utiliza da tecnologia blockchain e vai representar uma opção ao lado de TED, DOC e cartões para que pessoas e empresas façam transferências de valores, realizem ou recebam pagamentos.
Com o Pix, as pessoas físicas e jurídicas poderão, segundo anunciam as empresas do setor financeiro na mídia, realizar essas transações em menos de 10 segundos, usando apenas aplicativos de celular.
Apesar de criado pelo Banco Central, serão as instituições financeiras (bancos tradicionais, bancos digitais, fintechs, cooperativas de crédito e afins) que irão oferecer este serviço.
Gratuito para pessoas físicas, inclusive MEIs (microempreendedores individuais). Por sua vez, entre as instituições e atores mais impactados estão: bancos, bandeiras de cartão, adquirentes, empresas, estabelecimentos comerciais, consumidores, fintechs, startups.
Para usar o serviço, o cliente deverá ter uma conta corrente, conta poupança ou uma carteira digital de uma instituição financeira com cadastro no Pix. A opção estará dentro do aplicativo bancário e no internet banking do cliente, assim como já estão outras funcionalidades, como DOC e TED.
Para aderir ao Pix, o cliente deverá criar a “chave Pix”. Para isso, a pessoa deverá usar os canais de atendimento do banco ou instituição financeira onde tem conta.
Não há limite mínimo para pagamentos ou transferências via Pix. Isso quer dizer que você pode fazer transações a partir de R$0,01. Em geral, também não há limite máximo de valores. Entretanto, as instituições que ofertam o Pix poderão estabelecer limites máximos de valor baseados em critérios de mitigação de riscos de fraude e de critérios de prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo. Os usuários podem solicitar ajustes nos limites estabelecidos, devendo a instituição acatar imediatamente a solicitação caso o pedido seja para redução de valor.